Por Ânderson Mendes
Alunos de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda prestigiaram na tarde de quarta-feira, a oficina Os caminhos da tradução em texto jornalístico, ministrada pela Profª Me. Silvana Polchlopek (UFPR), e Profª Drª Meta Elisabeth Zipser (UFSC), durante a Semana Acadêmica de Comunicação e Letras da Unibrasil.A oficina ministrada pelas professoras contextualizou a importância da tradução do texto de comunicadores por tradutores, através das teorias de Frank Esser, Christiane Nord e os estudos da própria pesquisadora Meta Zipser, exemplificando as notícias que muitas vezes são oriundas de grandes empresas de jornais, revistas e agências de notícias, como a Reuters e BBC.
Grande parte dos estudos científicos na área de tradução é determinante para reconhecer a cultura, língua e o estar social de cada país, que utiliza a comunicação de acordo com estrutura e organização social. Neste caso, o método de estudo das pesquisadoras trabalham a possibilidade de eventuais deslocamentos de enfoque do fato noticioso, assumidamente traduzido.
Grande parte dos estudos de tradução atribui seu método, às ciências de comunicação, que assumem as teorias da prática do emissor, receptor, e o conceito para que as interferências externas e internas, relacionados aos fatores socioculturais da comunidade e seus indivíduos manifestem seus propósitos.
As sociedades manifestam suas formas de pensamentos, e quando há uma tradução não é possível identificar o uso de sentenças (ditados populares, termos pitorescos a certas culturas). O papel da tradução tem a necessidade de aproximar as culturas sem prejudicar o texto original.
Segundo o trabalho das professoras, a imparcialidade dos jornalistas, que é determinante para a organização dos fatos em textos é semelhante na tradução. Para os tradutores, neste caso, há uma semelhança em reconhecer por meio da interculturalidade a sociedade, sem desvincular o sentido do texto original em qualquer língua oficial.

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